quarta-feira, 11 de junho de 2014
Na copa da Menina: NACHOS
Esse é meu snack favorito, rápido, simples e faz bonito.
Se você vai receber os amigos para o jogo em casa, essa dica é boa.
É simples demais, vamos lá:
- 02 pacotinhos de nachos (Douritos mesmo) sabor natural.
(essa vez da foto não achei para comprar usei o com sabor picante e ficou MARA!)
- 01 pimentão vermelho picado
- 01 pimentão verde picado
- 02 tomates picados
- 01 cebola picada
- 01 dente de alho
(eu gosto de incluir na receita só para dar um "oi")
- Queijo cheddar picado
(de acordo com a minha receita a quantidade é do tipo "muito", como é a minha parte favorita eu costumo misturart o cheddar com outro tipo de queijo também)
- Salsinha picada
(muito também)
Se for do seu gosto, coentro também.
Distribua os nachos em uma assadeira.
Em um bowl separado junte os pimentões, a cebola, o alho e a salsinha e cubra os nachos misturando tudo na assadeira.
Por fim, cubra tudo com o queijo e leve ao forno para derreter a cobertura.
Pronto!
Se for servir para os amigos a noite só deixar a mistura pronta, montar na hora e forno.
A última vez que servi para os amigos eles curtiram tanto que lavaram minha louça, vai que fazem o mesmo por você não é mesmo? :)
BEIJOCAS
sexta-feira, 6 de junho de 2014
O Resgate
Foi em 2008, depois em 2010 e 2011, mantinha um blog chamado Search for the Flavor, um blog das minhas experiências culinárias e de novas experimentações em sabor.
Teve início como uma narrativa da minha jornada no hospital e das superações, meu problema era no queixo e fiquei muito tempo (e por mais de uma vez) sem poder comer, isso mudou muita coisa em mim, coisas boas e várias barreiras quebradas.
Amo cozinhar, assim como amo decoração, acho que os dois assuntos estão interligados, e agora que A Casa de Menina se estabeleceu e a cada dia gosto mais de me dedicar a esse espaço, pude resgatar o blog de sabores.
Desde que ACdM nasceu em outubro do ano passado, tive vontade algumas vezes de falar sobre os experimentos que saíam da minha cozinha, mas não parecia se encaixar na proposta inicial. Mas agora com o site novo (que comemorou 04 meses de seu lançamento!) pude trazer de volta essa minha paixão também.
Assim, apresento a vocês o Search for the Flavor repaginado e rebatizado, agora ele se chama A Cozinha da Casa de Menina. :)
Espero que gostem, meninas.
BEIJOCAS
terça-feira, 10 de maio de 2011
O tradicional almoço do Dia das Mães (de Minas)
A história de que mãe não pode cozinhar no almoço do Dia das Mães nunca colou com a minha, ela fez questão em quase todas as vezes, sempre com desculpas de que qualquer restaurante estaria cheio, mas a verdade é que ela gosta de servir seus pratos e ganhar elogios.
Esse ano tentei novamente e colou, eu ofereci o almoço do domingo. Não foi simples, tive que convencê-la diversas vezes de que ela nem passaria perto da cozinha, nem uma espiadinha, mas ela não se controla.
Minha proposta para o evento: comida mineira! Depois da Dona Lucinha não saímos do clima.
Minha proposta para o evento: comida mineira! Depois da Dona Lucinha não saímos do clima.
Fiquei obcecada pela receita da geléia de rapadura, perguntei para cada mineiro autêntico e fajudo que conheço e nada. Foi quando minha irmã, a última pessoa que procuraria por conselhos nessa hora, tirou da cartola um livro de receitas de Minas Gerais da Ed. Abril o primeiro exemplar de uma coleção que ela nunca teve a intenção de completar.

Vasculhei o livro algumas vezes e confesso que não consegui chegar ao fim, as fotos são MUITO apetitosas e a fome me abatia a ponto de desistir da jornada. Parece triste, mas é a pura verdade, o livro me causa MUITA FOME.
Dias antes do almoço parei para desenhar o cardápio: Feijão Tropeiro, Couve, Arroz, Costelinha assada e cadê a receita do molho? Voltei encorajada para enfrentar o livro, página por página, cheguei bem perto do fim, quando já desanimada encontrei "Receitas dos Chefs" e a simpática Dona Lucinha apareceu ali como uma luz no fim daquele túnel faminto, humildemente compartilhando a receita do seu molhinho.
Ouvi anjos cantando! Meu cardápio estava finalmente completo.
Depois da comemoração bateu uma pergunta "Mas… e a rapadura?" Onde é que se vende isso, minha gente?
A semana passou e nada. Já estávamos quase no dia do evento e a homenageada salvou tudo! ela encontrou o ingrediente na feira.
Domingo cedinho começou a preparação, foi bem difícil, na noite anterior fui a um casamento e minha cabeça ainda estava rodopiando, mas como um video clip do filme Rocky fui até o fim.
A Helen (minha mãe) não conseguiu ficar à parte, ela teve que se envolver. humpf… então foi promovida à preparação da costela no forno.
Para fazer o feijão tropeiro precisei só do feijão mesmo, cozido al dente e coado. Assim, com o caldo do cozimento incluí alguns ingredientes que na hora fui pensando e provando, e saiu um Caldinho de Feijão de entrada bem gostoso.
Dias antes do almoço parei para desenhar o cardápio: Feijão Tropeiro, Couve, Arroz, Costelinha assada e cadê a receita do molho? Voltei encorajada para enfrentar o livro, página por página, cheguei bem perto do fim, quando já desanimada encontrei "Receitas dos Chefs" e a simpática Dona Lucinha apareceu ali como uma luz no fim daquele túnel faminto, humildemente compartilhando a receita do seu molhinho.
Ouvi anjos cantando! Meu cardápio estava finalmente completo.
Depois da comemoração bateu uma pergunta "Mas… e a rapadura?" Onde é que se vende isso, minha gente?
A semana passou e nada. Já estávamos quase no dia do evento e a homenageada salvou tudo! ela encontrou o ingrediente na feira.
Domingo cedinho começou a preparação, foi bem difícil, na noite anterior fui a um casamento e minha cabeça ainda estava rodopiando, mas como um video clip do filme Rocky fui até o fim.
A Helen (minha mãe) não conseguiu ficar à parte, ela teve que se envolver. humpf… então foi promovida à preparação da costela no forno.
Para fazer o feijão tropeiro precisei só do feijão mesmo, cozido al dente e coado. Assim, com o caldo do cozimento incluí alguns ingredientes que na hora fui pensando e provando, e saiu um Caldinho de Feijão de entrada bem gostoso.
Se pedir para fazer outro igual não vou lembrar, mas acho que coloquei azeite, alho, pimenta, sal, linguiça, salsinha e cachaça de alambique (outro presente da Dona Regina).
A couve foi bem simples, à lá Helen, uma aferventadinha e depois uma douradinha no azeite e alho.
Para o feijão tropeiro, segui a receita da Elzinha Nunes (aqui).
A couve foi bem simples, à lá Helen, uma aferventadinha e depois uma douradinha no azeite e alho.
Para o feijão tropeiro, segui a receita da Elzinha Nunes (aqui).
A costela ficou em um marinado muitas horas antes com vinho branco, alho, alecrim e outros temperinhos, depois foi ao forno coberta com papel aluminío e, para finalizar, descoberta para dourar e ficar assim - LINDA.
Por fim, o tão esperado molhinho de rapadura, não acertei muito o ponto mas teve salvação e ficou quase que um Outback das Gerais.
;)
BEIJOCAS
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Mineirinha por apetite
Eu sou completamente apaixonada por Minas Gerais, a comida, o sotaque e os mineiros.
Acho incrível o ritual das visitas, tem sempre um mineirinho te recebendo com um banquete.
Recentemente adotei a Dona Regina como minha conexão com essa festa, sogra da Mayara, minha sobrinha, ela sempre me presenteia com uma marmitinha saborosa, não importa a ocasião.
Esse fim de semana não foi diferente, ganhei um QUEIJO!!! Sim, um queijinho lindo e autêntico de Minas que ela e o S. Marcos trouxeram para mim em uma de suas visitas à terra natal.
Quase que um contrabando de carinho.
Se não bastasse tudo isso, o queijo é inacreditável, dá para cortar com colher, diria que é o verdadeiro Queijo Brie de Minas Gerais.
Em dois dias ele já está quase chegando ao fim e comecei a regular para durar mais.
A Dona Regina é uma querida, ela faz feijoada para 200 pessoas como se fosse um improviso de segunda-feira, típica pessoa que tem mesa grande em casa que é para acolher todo mundo nesse ritual.
Já falei aqui sobre o que chamo de Mood Food, e acho que Minas é a essência disso, as mulheres cozinham e recebem com muito gosto e a relação com a comida vai muito além da alimentação, é uma demonstração de afeto. A cada pãozinho de queijo, docinho de leite, ambrosia, um tutuzinho, tem muito mais que só ingredientes.
Esses dias eu e minha mãe assistimos a Elzinha Nunes, chef e filha da Dona Lucinha, na TV ensinando a fazer um feijão tropeiro. Quis sair correndo imediatamente para o restaurante, mas tive que esperar até o fim de semana, aquilo me corroeu até a chegada do sábado.
O Dona Lucinha não é só uma delícia de Minas mas também é do ladinho de casa. Ao chegar lá, demos de cara com a Elzinha Nunes em pessoa, minha mãe eufórica já foi logo dizendo que estávamos lá por resultado do programa de TV e aí a conversa foi ótima!
Ela fez questão de explicar o buffet e o estilo do restaurante. Eu já tinha ido muitas vezes, mas nunca visitei com um guia turístico local e me deparei com deliciosas descobertas.
A melhor delas foi uma geléia de rapadura que acompanha a linguiça caseira do restaurante. Nunca tinha dado atenção àquele potinho - ENLOUQUECI. Não é muito doce e ao fundo você sente o gosto de uma cebola caramelizada, o par perfeito para a carne que já não precisava de companhia.
Minas é meu happy place e graças a essas pessoas lindas eu posso me transportar para esse cantinho com gosto de fazenda a qualquer momento.
:D
BEIJOCAS
Acho incrível o ritual das visitas, tem sempre um mineirinho te recebendo com um banquete.
Recentemente adotei a Dona Regina como minha conexão com essa festa, sogra da Mayara, minha sobrinha, ela sempre me presenteia com uma marmitinha saborosa, não importa a ocasião.
Esse fim de semana não foi diferente, ganhei um QUEIJO!!! Sim, um queijinho lindo e autêntico de Minas que ela e o S. Marcos trouxeram para mim em uma de suas visitas à terra natal.
Quase que um contrabando de carinho.
Se não bastasse tudo isso, o queijo é inacreditável, dá para cortar com colher, diria que é o verdadeiro Queijo Brie de Minas Gerais.
Em dois dias ele já está quase chegando ao fim e comecei a regular para durar mais.
A Dona Regina é uma querida, ela faz feijoada para 200 pessoas como se fosse um improviso de segunda-feira, típica pessoa que tem mesa grande em casa que é para acolher todo mundo nesse ritual.
Já falei aqui sobre o que chamo de Mood Food, e acho que Minas é a essência disso, as mulheres cozinham e recebem com muito gosto e a relação com a comida vai muito além da alimentação, é uma demonstração de afeto. A cada pãozinho de queijo, docinho de leite, ambrosia, um tutuzinho, tem muito mais que só ingredientes.
Esses dias eu e minha mãe assistimos a Elzinha Nunes, chef e filha da Dona Lucinha, na TV ensinando a fazer um feijão tropeiro. Quis sair correndo imediatamente para o restaurante, mas tive que esperar até o fim de semana, aquilo me corroeu até a chegada do sábado.
O Dona Lucinha não é só uma delícia de Minas mas também é do ladinho de casa. Ao chegar lá, demos de cara com a Elzinha Nunes em pessoa, minha mãe eufórica já foi logo dizendo que estávamos lá por resultado do programa de TV e aí a conversa foi ótima!
Ela fez questão de explicar o buffet e o estilo do restaurante. Eu já tinha ido muitas vezes, mas nunca visitei com um guia turístico local e me deparei com deliciosas descobertas.
A melhor delas foi uma geléia de rapadura que acompanha a linguiça caseira do restaurante. Nunca tinha dado atenção àquele potinho - ENLOUQUECI. Não é muito doce e ao fundo você sente o gosto de uma cebola caramelizada, o par perfeito para a carne que já não precisava de companhia.
Minas é meu happy place e graças a essas pessoas lindas eu posso me transportar para esse cantinho com gosto de fazenda a qualquer momento.
:D
BEIJOCAS
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Helô x O Bacalhau da Semana Santa
De uns tempos para cá definitivamente ando com um espírito mais curioso e ao mesmo tempo uma pressa de recuperar aquilo que possa ter perdido.
Uma delas fui me dar conta agorinha, já tinha parado com qualquer frescura em comer, se é que algum dia tive uma.
Comecei a contar e inúmeras coisas, que hoje não vivo sem, eu costumava abominar na infância como manteiga, mel, feijão, lentilha, e a lista não pára.
Nessa levada de consciência do paladar resolvi partir para uma fase mais hard core, enfrentar mesmo os medos. Provei rabada com agrião no restaurante mineiro e curti, salada de grão de bico foi ok, cuscuz eu amei. Em reunião com japoneses, comi animadíssima um salgadinho sabor do mar, não faço idéia do que tinha ali.
A cada prato esquisito um orgulho de desafio conquistado.
Mas para tudo isso ser verdade precisava encarar meu mais temido prato, o Bacalhau.
Já disse aqui, a minha mãe é portuguesa e Bacalhau em casa é mais comum que arroz e feijão, mas nunca me desceu o cheiro, nem a aparência muito menos a textura, um pânico total. Nunca entendi o que as pessoas viam de bom nisso.
Chegou a Páscoa, época em que o Bacalhau é mais pop que o próprio coelhinho, eu não poderia me deixar intimidar por isso, em casa o festival é completo, rola ao braz, de forno, risotto, salada, tipo Halloween mas com peixe salgado.
A aquela altura já era uma questão de honra, não se tratava mais em apenas provar o prato, eu preciso começar a gostar de Bacalhau.
Quinta-feira do feriado, algo estava cheirando muito delícia na cozinha, minha mãe fazia um refogado com cebola, alho, azeite, tomate, pimentão, e acho que era só, incrível, só de olhar você se impulsiona a pegar um pãozinho. "Pra que essa coisa linda?" perguntei, "Para o Bacalhau ao forno" respondeu ela. iiiii brochei.
E ela montou o Bacalhau já em pedacinhos intercalado desse refogado, batatas cortadas em rodelas e temperinhos, para ir ao forno, ficou assim:
Depois, ela decora com azeitonas pretas para servir, essa não deu tempo de clicar.
Ficou lindo! O incentivo que precisava para encarar, fui até o fim, o prato inteiro.
A parte do forno, das batatas, pimentões foi muito bom, já o Bacalhau, não foi dessa vez, comi mas não amei.
Ainda não gostei, mas já consigo comer numa boa, não é ainda algo que eu pediria em um restaurante.
Quem sabe em Portugal…
BEIJOCAS
Uma delas fui me dar conta agorinha, já tinha parado com qualquer frescura em comer, se é que algum dia tive uma.
Comecei a contar e inúmeras coisas, que hoje não vivo sem, eu costumava abominar na infância como manteiga, mel, feijão, lentilha, e a lista não pára.
Nessa levada de consciência do paladar resolvi partir para uma fase mais hard core, enfrentar mesmo os medos. Provei rabada com agrião no restaurante mineiro e curti, salada de grão de bico foi ok, cuscuz eu amei. Em reunião com japoneses, comi animadíssima um salgadinho sabor do mar, não faço idéia do que tinha ali.
A cada prato esquisito um orgulho de desafio conquistado.
Salgadinho Sabor Oceano
Mas para tudo isso ser verdade precisava encarar meu mais temido prato, o Bacalhau.
É definitivamente um dos peixes mais feios que já vi.
Já disse aqui, a minha mãe é portuguesa e Bacalhau em casa é mais comum que arroz e feijão, mas nunca me desceu o cheiro, nem a aparência muito menos a textura, um pânico total. Nunca entendi o que as pessoas viam de bom nisso.
Chegou a Páscoa, época em que o Bacalhau é mais pop que o próprio coelhinho, eu não poderia me deixar intimidar por isso, em casa o festival é completo, rola ao braz, de forno, risotto, salada, tipo Halloween mas com peixe salgado.
A aquela altura já era uma questão de honra, não se tratava mais em apenas provar o prato, eu preciso começar a gostar de Bacalhau.
Quinta-feira do feriado, algo estava cheirando muito delícia na cozinha, minha mãe fazia um refogado com cebola, alho, azeite, tomate, pimentão, e acho que era só, incrível, só de olhar você se impulsiona a pegar um pãozinho. "Pra que essa coisa linda?" perguntei, "Para o Bacalhau ao forno" respondeu ela. iiiii brochei.
E ela montou o Bacalhau já em pedacinhos intercalado desse refogado, batatas cortadas em rodelas e temperinhos, para ir ao forno, ficou assim:
Depois, ela decora com azeitonas pretas para servir, essa não deu tempo de clicar.
Ficou lindo! O incentivo que precisava para encarar, fui até o fim, o prato inteiro.
A parte do forno, das batatas, pimentões foi muito bom, já o Bacalhau, não foi dessa vez, comi mas não amei.
Ainda não gostei, mas já consigo comer numa boa, não é ainda algo que eu pediria em um restaurante.
Quem sabe em Portugal…
BEIJOCAS
domingo, 13 de março de 2011
Feliz Ano Novo!
Muita gente acredita que no Brasil o ano só começa depois do Carnaval, para mim nāo foi bem assim, até sexta passada eu ainda estava em 2010, foi um ano muito produtivo e cheio de trabalho que nāo consegui parar para comemorar a virada do ano e muito menos esperar para que as coisas começassem só depois do dia 09 de março.
Esse momento de pausa e novo ano estou vivenciando agora, com esse clima perfeito de chuvinha e edredom. Para quem tinha outros planos me desculpe mas esse clima é tudo o que eu pedi para o Carnaval, com muita pipoca, filmes light e leitura em dia, tudo o que eu preciso para me preparar para o começo desse ano.
E é nesse clima de reveillon atrasado que estou colocando a conversa em dia e agradecendo pelas coisas maravilhosas que fizeram com que 2010 fosse o melhor ano para mim.
Como vocês podem ver no post de retomada do blog aqui, esse foi o ano de enterrar o passado e começar uma nova história muito mais interessante, mais forte e infinitamente mais feliz.
Esse ano foi feito de grandes e saborosos acontecimentos, muitos que nāo tive tempo de postar aqui.
Escolhi um tema que mais tem a ver com o clima do meu 2010 para fechar esse ano incrível e dar as boas vindas para que 2011 seja tāo bom quanto, relatos da viagem à Disney, com muitas dicas e fotinhos apetitosas.
Que venha 2011 :)
BEIJOCAS
*Postei de trás para frente para ficar em ordem de leitura na timeline.
Disney
(novembro.10)
Depois de tudo que passei, no momento que repensei a vida e decidi viver diferente, mais feliz, uma das coisas da minha lista era que eu precisava abraçar aquele rato preto mais famoso do mundo.
Amadurecer nāo quer dizer se tornar sério e chato, para mim significa se conhecer melhor e finalmente enxergar o como a vida é boa, é agir com leveza para as coisas e com isso vem a responsabilidade e o respeito a você mesmo e ao próximo. É saber quem você é na essência e viver isso todos os dias sem medo ou preocupaçāo com o que os outros vāo pensar. Para mim isso é crescer.
E foi dentro desse pensamento que fui me divertir loucamente na terra da magia.
Se você se acha que muito cool para ir para lá eu tenho é pena. :P
A Disney é um lugar onde a princesa e a super nerd que vivem dentro de mim dão as mãos e saem da casinha pulando e gritando freneticamente.
Foi tāo especial que nāo só agarrei o Mickey como ganhei um beijo dele. :)
Chamo de viagem para a Disney mas na verdade o destino foi Orlando, ou seja, inclui também os parques da Universal, a Sea World e, obviamente, os Outlets.
Muitas pessoas me pediram dicas da viagem, alguns até presenteei com a minha super planilha excell, e então resolvi contar tudo aqui.
Se você está planejando em ir para lá, ou conhece alguém que precisa, aqui estāo todas as minhas dicas de hospedagem, parques, compras e é claro, comidinhas.
Sāo 10 posts: Planejando, Onde Ficar, Ingressos, Overview rápido dos parques, Mundo mágico das comidinhas, Halloween, café da manhã, Food and Wine Festival, Harry Potter e últimas dicas.
Enjoy!
BEIJOCAS
*Postei de trás para frente para ficar em ordem de leitura na timeline.
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