Mostrando postagens com marcador Salgados. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Salgados. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Salada de Verão 1, 2

Essa é mais uma do Manual de Sobrevivência da Menina que Mora Sozinha.



Super simples, eu sei, mas depois de algumas amigas curtirem a dica, percebi que eu poderia contar aqui também.

Quantas vezes você já voltou de uma viagem e não tem absolutamente nada na sua geladeira? Aqui em casa não precisa ser volta de viagem, minha geladeira só tem coisas com prazo de validade para no mínimo 30 dias.

Essa saladinha minha mãe fazia sempre na casa da praia é 1 - 2! O melhor é que se pode ter um backup na despensa pois o prazo de validade dos enlatados é surreal, mesmo, não consigo acreditar que um atum dure anos naquela coisinha. Melhor não pensar muito nisso.

# Vamos lá, a base:
Lata de Atum + Lata de Milho

# Tempero:
Azeite, sal, pimenta, salsinha.

# Dica:
eu sempre tenho salsinha picada no freezer (mais uma super dica da minha super Mãe), daqueles potinhos frescos e picados que vendem na prateleira dos preguiçosos do mercado. Dura muito e quando precisa usar é só pegar a quantidade necessária que logo descongela, se for um prato quente, melhor ainda.

# E tudo mais que você quiser ou tiver na geladeira, como:
Com tomate cereja fica mara!
Cottage para fazer a fitness.
Castanhas para dar um croc.
Pimenta biquinho para brasilidade variada.
Cenoura ralada para ornar na paleta de cores também.

Esses dias a saladinha foi minha salva-vidas, não tinha nenhum dos ingredientes frescos acima, então fui no basicão e jantei feliz.




A base com uma lata de cada rende duas porções. Não é jabá, mas tenho comprado um milho enlatado doce da Bonduelle que não quero mais saber de outro. <3 font="" nbsp="">

Se estiver naquela ultra fome pós-praia ou piscina, experimenta com pão francês. Essa menina garante sucesso :)

BEIJOCAS

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Na copa da Menina: NACHOS



Esse é meu snack favorito, rápido, simples e faz bonito.

Se você vai receber os amigos para o jogo em casa, essa dica é boa.

É simples demais, vamos lá:
- 02 pacotinhos de nachos (Douritos mesmo) sabor natural.
(essa vez da foto não achei para comprar usei o com sabor picante e ficou MARA!)
- 01 pimentão vermelho picado
- 01 pimentão verde picado
- 02 tomates picados
- 01 cebola picada
- 01 dente de alho
(eu gosto de incluir na receita só para dar um "oi")
- Queijo cheddar picado
(de acordo com a minha receita a quantidade é do tipo "muito", como é a minha parte favorita eu costumo misturart o cheddar com outro tipo de queijo também)
- Salsinha picada
(muito também)

Se for do seu gosto, coentro também.

Distribua os nachos em uma assadeira.
Em um bowl separado junte os pimentões, a cebola, o alho e a salsinha e cubra os nachos misturando tudo na assadeira.
Por fim, cubra tudo com o queijo e leve ao forno para derreter a cobertura.
Pronto!



Se for servir para os amigos a noite só deixar a mistura pronta, montar na hora e forno.

A última vez que servi para os amigos eles curtiram tanto que lavaram minha louça, vai que fazem o mesmo por você não é mesmo? :)


BEIJOCAS

terça-feira, 10 de maio de 2011

O tradicional almoço do Dia das Mães (de Minas)

A história de que mãe não pode cozinhar no almoço do Dia das Mães nunca colou com a minha, ela fez questão em quase todas as vezes, sempre com desculpas de que qualquer restaurante estaria cheio, mas a verdade é que ela gosta de servir seus pratos e ganhar elogios.

Esse ano tentei novamente e colou, eu ofereci o almoço do domingo. Não foi simples, tive que convencê-la diversas vezes de que ela nem passaria perto da cozinha, nem uma espiadinha, mas ela não se controla.

Minha proposta para o evento: comida mineira! Depois da Dona Lucinha não saímos do clima.  

Fiquei obcecada pela receita da geléia de rapadura, perguntei para cada mineiro autêntico e fajudo que conheço e nada. Foi quando minha irmã, a última pessoa que procuraria por conselhos nessa hora, tirou da cartola um livro de receitas de Minas Gerais da Ed. Abril o primeiro exemplar de uma coleção que ela nunca teve a intenção de completar.


Vasculhei o livro algumas vezes e confesso que não consegui chegar ao fim, as fotos são MUITO apetitosas e a fome me abatia a ponto de desistir da jornada. Parece triste, mas é a pura verdade, o livro me causa MUITA FOME.

Dias antes do almoço parei para desenhar o cardápio: Feijão Tropeiro, Couve, Arroz, Costelinha assada e cadê a receita do molho? Voltei encorajada para enfrentar o livro, página por página, cheguei bem perto do fim, quando já desanimada encontrei "Receitas dos Chefs" e a simpática Dona Lucinha apareceu ali como uma luz no fim daquele túnel faminto, humildemente compartilhando a receita do seu molhinho.

Ouvi anjos cantando! Meu cardápio estava finalmente completo.

Depois da comemoração bateu uma pergunta "Mas… e a rapadura?" Onde é que se vende isso, minha gente?

A semana passou e nada. Já estávamos quase no dia do evento e a homenageada salvou tudo! ela encontrou o ingrediente na feira.

Domingo cedinho começou a preparação, foi bem difícil, na noite anterior fui a um casamento e minha cabeça ainda estava rodopiando, mas como um video clip do filme Rocky fui até o fim.

A Helen (minha mãe) não conseguiu ficar à parte, ela teve que se envolver. humpf… então foi promovida à preparação da costela no forno.

Para fazer o feijão tropeiro precisei só do feijão mesmo, cozido al dente e coado. Assim, com o caldo do cozimento incluí alguns ingredientes que na hora fui pensando e provando, e saiu um Caldinho de Feijão de entrada bem gostoso.
 

Se pedir para fazer outro igual não vou lembrar, mas acho que coloquei azeite, alho, pimenta, sal, linguiça, salsinha e cachaça de alambique (outro presente da Dona Regina).

A couve foi bem simples, à lá Helen, uma aferventadinha e depois uma douradinha no azeite e alho.

Para o feijão tropeiro, segui a receita da Elzinha Nunes (aqui).



A costela ficou em um marinado muitas horas antes com vinho branco, alho, alecrim e outros temperinhos, depois foi ao forno coberta com papel aluminío e, para finalizar, descoberta para dourar e ficar assim - LINDA.



Por fim, o tão esperado molhinho de rapadura, não acertei muito o ponto mas teve salvação e ficou quase que um Outback das Gerais.

Já tinha cozinhado em dupla, e sozinha apenas um dos pratos, nunca tinha feito tudo do início ao fim. Foi meu primeiro grande banquete e adoreeeeeei, e posso garantir que a Helen também.

;)


BEIJOCAS

Mineirinha por apetite

Eu sou completamente apaixonada por Minas Gerais, a comida, o sotaque e os mineiros.

Acho incrível o ritual das visitas, tem sempre um mineirinho te recebendo com um banquete.

Recentemente adotei a Dona Regina como minha conexão com essa festa, sogra da Mayara, minha sobrinha, ela sempre me presenteia com uma marmitinha saborosa, não importa a ocasião.

Esse fim de semana não foi diferente, ganhei um QUEIJO!!! Sim, um queijinho lindo e autêntico de Minas que ela e o S. Marcos trouxeram para mim em uma de suas visitas à terra natal. 





Quase que um contrabando de carinho.

Se não bastasse tudo isso, o queijo é inacreditável, dá para cortar com colher, diria que é o verdadeiro Queijo Brie de Minas Gerais.

Em dois dias ele já está quase chegando ao fim e comecei a regular para durar mais.

A Dona Regina é uma querida, ela faz feijoada para 200 pessoas como se fosse um improviso de segunda-feira, típica pessoa que tem mesa grande em casa que é para acolher todo mundo nesse ritual.

Já falei aqui sobre o que chamo de Mood Food, e acho que Minas é a essência disso, as mulheres cozinham e recebem com muito gosto e a relação com a comida vai muito além da alimentação, é uma demonstração de afeto. A cada pãozinho de queijo, docinho de leite, ambrosia, um tutuzinho, tem muito mais que só ingredientes.

Esses dias eu e minha mãe assistimos a Elzinha Nunes, chef e filha da Dona Lucinha, na TV ensinando a fazer um feijão tropeiro. Quis sair correndo imediatamente para o restaurante, mas tive que esperar até o fim de semana, aquilo me corroeu até a chegada do sábado.



O Dona Lucinha não é só uma delícia de Minas mas também é do ladinho de casa. Ao chegar lá, demos de cara com a Elzinha Nunes em pessoa, minha mãe eufórica já foi logo dizendo que estávamos lá por resultado do programa de TV e aí a conversa foi ótima!

Ela fez questão de explicar o buffet e o estilo do restaurante. Eu já tinha ido muitas vezes, mas nunca visitei com um guia turístico local e me deparei com deliciosas descobertas.

A melhor delas foi uma geléia de rapadura que acompanha a linguiça caseira do restaurante. Nunca tinha dado atenção àquele potinho - ENLOUQUECI. Não é muito doce e ao fundo você sente o gosto de uma cebola caramelizada, o par perfeito para a carne que já não precisava de companhia.

Minas é meu happy place e graças a essas pessoas lindas eu posso me transportar para esse cantinho com gosto de fazenda a qualquer momento.

:D

BEIJOCAS

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Helô x O Bacalhau da Semana Santa

De uns tempos para cá definitivamente ando com um espírito mais curioso e ao mesmo tempo uma pressa de recuperar aquilo que possa ter perdido.

Uma delas fui me dar conta agorinha, já tinha parado com qualquer frescura em comer, se é que algum dia tive uma.

Comecei a contar e inúmeras coisas, que hoje não vivo sem, eu costumava abominar na infância como manteiga, mel, feijão, lentilha, e a lista não pára.

Nessa levada de consciência do paladar resolvi partir para uma fase mais hard core, enfrentar mesmo os medos. Provei rabada com agrião no restaurante mineiro e curti, salada de grão de bico foi ok, cuscuz eu amei. Em reunião com japoneses, comi animadíssima um salgadinho sabor do mar, não faço idéia do que tinha ali.
 

A cada prato esquisito um orgulho de desafio conquistado.



Salgadinho Sabor Oceano

Mas para tudo isso ser verdade precisava encarar meu mais temido prato, o Bacalhau.


É definitivamente um dos peixes mais feios que já vi.

Já disse aqui, a minha mãe é portuguesa e Bacalhau em casa é mais comum que arroz e feijão, mas nunca me desceu o cheiro, nem a aparência muito menos a textura, um pânico total. Nunca entendi o que as pessoas viam de bom nisso.

Chegou a Páscoa, época em que o Bacalhau é mais pop que o próprio coelhinho, eu não poderia me deixar intimidar por isso, em casa o festival é completo, rola ao braz, de forno, risotto, salada, tipo Halloween mas com peixe salgado.

A aquela altura já era uma questão de honra, não se tratava mais em apenas provar o prato, eu preciso começar a gostar de Bacalhau.

Quinta-feira do feriado, algo estava cheirando muito delícia na cozinha, minha mãe fazia um refogado com cebola, alho, azeite, tomate, pimentão, e acho que era só, incrível, só de olhar você se impulsiona a pegar um pãozinho. "Pra que essa coisa linda?"  perguntei, "Para o Bacalhau ao forno" respondeu ela. iiiii brochei.

E ela montou o Bacalhau já em pedacinhos intercalado desse refogado, batatas cortadas em rodelas e temperinhos, para ir ao forno, ficou assim:



Depois, ela decora com azeitonas pretas para servir, essa não deu tempo de clicar.

Ficou lindo! O incentivo que precisava para encarar, fui até o fim, o prato inteiro.

A parte do forno, das batatas, pimentões foi muito bom, já o Bacalhau, não foi dessa vez, comi mas não amei.

Ainda não gostei, mas já consigo comer numa boa, não é ainda algo que eu pediria em um restaurante.

Quem sabe em Portugal…

BEIJOCAS

terça-feira, 5 de outubro de 2010

eu AMO meu George Foreman Grill

O meu é de outra marca mas o GF é ícone da categoria, poxa.

A minha relação com o Grill é antiga, eu sempre quis um, mas tinha a impressão de que se tornaria mais uma tranqueira de cozinha encostada como tantas outras. 

A minha decisão foi tomada quando estava em um hotelzinho de fim de semana no interior e o Grill estava disposto no buffet do café para você fazer o que der na cabeça, e eu fiz: pão de mandioca, manteiga, muito queeeeijo, presunto, tomate picado com azeite e orégano, tudo deliciosamente prensado naquelas ondinhas incandescentes. ai ai...

Ficou sensacional, eu já tinha uma daquelas sanduicheiras, mas não é igual, as tirinhas do Grill fazem com que o tostex tenha um outro significado. 

Não é por nada não, mas eu faço os melhores tostex do mundo :P

TOSTEX
É uma arte do queeeeijo (muitos!), com acompanhamentos e temperos em total equilíbrio com o pão escolhido, que é o mais importante. Os melhores pães para isso são o de mandioca, de milho e de batata.


Tostex no pão sírio com catupiry e queijo emental.
Para acompanhar espetinho de queijo de coalho
Se você não tem à mão nenhum desses pães e vai fazer um tostex clássico no de fôrma, vou dar uma dica que testei instintivamente há milhares de anos atrás na sanduicheira e até hoje não deixo de fazer: queijo parmesão ralado (de pacotinho, aquele meio em pó), do lado de fora do pão, frente e verso do lanche e deixe grelhar, ele vai ficar com uma crostinha deliciosa. Fica bom também se misturar orégano ao queijo.

Foi com o meu Grill que também elevei o patamar do Hot Dog.
(já já vem um post)
 
BEIJOCAS

domingo, 13 de abril de 2008

Gnochi é molinho, não é?

Pode, não pode?
Sei lá, mas eu fiz.


Gnochi ou Nhoque? Não importa, adooooro. É uma das minhas massas favoritas e, olhem só, cabe na minha dieti
nha (Acho. Se não, agora já foi hihi).

Estava com muita vontade de cozinhar. Chamei a Mayara, minha sobrinha que estuda gastronomia, para fazer comigo.


O páragrafo acima merece uma explicação rápida: tenho 3 sobrinhos, a Mayara é a mais velha, ela tem 19 anos. Eu fui tia muuuuuuuu
uuuito cedo. Temos apenas 6 anos de diferença, eu sou muito jovem. Pronto, explicado. ;-)

Voltando, chamei a Má para me ajudar a fazer o almoço, começamos um pouco tarde, umas 11:30h, mas deu tudo certo e foi muito divertido.

Peguei a receita n
o Cyber Cook (http://cybercook.uol.com.br/mostra_receita.php?codigo=5653), do Chef Allan (adooooro) e, só para passar uma certa confiança, ligamos para minha tia e pedimos também a receita e algumas dicas dela.

Fizemos um mix.


Ficar muito tempo em pé é uma coisa
que eu ainda não consigo fazer, eu adoro mexer com massa mas hoje a parte de abrir e cortar ficou por conta da Má. Fiquei no banco de reserva.

Um passo de cada vez, não é mesmo?

Nossa
, olha eu que metida: “hoje a parte de abrir...” Nunca fez gnochi antes, acorda Heloisa!

Bom, fazer a massa (essa foi uma das partes que eu me encarreguei) foi demais, fiquei sentadinha, amassando e mexendo.
(Foto 1: Preparando. Foto 2: Gnochi lindo, depois de sair da panela)

A casa estava cheia, muito especial, há muito tempo não recepcionávamos um almoço em um domingo, um almoço de família. Tudo fica mais gostoso quando pessoas queridas estão por perto. Mesmo que elas ficam opinando na forma que você está cozinhando, não é Mãe querida? (hehe)

Conforme as pessoas foram chegando e a hora passando, a gente foi colocando algumas para ajudar. Ninguém mandou entrar na cozinha ou chegar antes do prato ficar pronto. :-P

Depois de algumas (muitas) horinhas e todo mundo com muita fome, o gnochi ficou pronto e delicioso! O molho estava levemente apimentado (ooops, fui eu) e a massa no ponto certo. Na mesa queijo, muito queeeeeeijo.

(Foto: Meu prato, que lindo)


Foi muito divertido.

Dietinha que nada... hoje eu fiz uma refeição. E em família. Especial.

(Feliz e grata pelo dia de hoje).

sábado, 12 de abril de 2008

Primeira feijoada!

Tchatchiiiim!

(Tchatchiiim: som emitido com alegria ao ticar um item de uma lista. Cada pessoa tem o seu, o meu é esse, tá? :-P)

Ticado o primeiro item!

Magu, não fica brava, sei que você queria me trazer sua famosa feijoada assim que eu pudesse comer. Mas foi tudo muito rápido, não estava planejando comer hoje mas é claro, que sua feijoadinha linda será recebida com muita muita alegria.

Bom, primeira feijoada depois de muito tempo, outra conquista. Hummmmmm, repeti várias vezes.

Fiz um grande prato com arroz, muito muito caldo de feijão, feijão, carne desfiadinha, linguiça picadinha, farofa, um pouco de couve e banana frita, tá eu sei banana à milanesa não faz parte da feijoada, mas da minha faz (vendida separadamente) e fica uma delícia.

A feijoada hoje foi do meu lugar preferido, o Consulado Mineiro, minha irmã foi muito fofa, enfrentou trânsito e fila, e foi buscar para mim. Antes que o René fale que a feijoada do Consulado não é a melhor que ele conhece, adianto, é a melhor que eu conheço até o momento e estou aberta a novas sugestões.

O Consulado Mineiro para mim é um lugar muito especial, merece um post só para ele (assim que fizer uma visita). Um lugar que ao abrir o cardápio você lê: Servimos feijoada todos os dias, para mim só pode ser muito especial. Eu fico emocionada toda vez que leio isso no cardápio deles. Respeito demais.

Mas, a feijoada! Não dá para descrever a sensação quando você faz pela primeira vez uma coisa que ficou dias sem poder fazer. Sabor de carnes suculentas com vitória. :-)

Comer não é uma tarefa fácil para mim ultimamente, principalmente quando entrei na dieta mole. A minha boca não está 100% ainda, é difícil, precisa ser de pouquinho em pouquinho, chega até cansar. Mas vale cada segundinho.

Estava deliciosa como sempre. O feijão com sabor de fazenda, as carnes então, sabor de tempero de casa e o meu toque favorito, a banana frita estava docinha, crocante por fora, cuidadosamente molinha por dentro.

Cada garfada uma felicidade.

(Suspiro).

Mal posso esperar para ticar outros itens da lista.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

O René comentou...

Virou post.

Amoooo comida japonesa, ele sabe disso, mas não consegui encaixá-la no Top 5 sei muito bem por que.

Estou há muito tempo tomando sopinha, no meio do caminho fiquei 10 dias com a sonda, sem nem papinha. Os meus sonhos com comida no momento são coisas muito quentes, consistentes e extremamente calóricas. Comfort food.

Claro que o japa está na lista, não nos 5 primeiros, talvez o número 6. Esses dias tive vontade de comer um grande temaki de salmão completo.

Acho aquilo tudo muito lindo, tudo coloridinho, na minha opinião, é de longe nita 10 em apresenção. Aqueles peixinhos lindos brilhando, hummmm...

Comida japonesa quase me matou um dia, o René também sabe disso, intoxicação brava no ano passado. Como vocês podem ver eu tenho passado por momentos facéis, não? Mas, voltando ao assunto, gosto tanto de comida japonesa que nem uma intoxicação me deixou longe dela. Logo que sarei voltei a comer normalmente.

Já a coxinha, concordo Sr. Diretor, vou analisar as opções, fazer um “Em busca da melhor coxinha de São Paulo”, postarei no blog. E aí, quem sabe, eu mudarei meu profile. ;-)

Para quem gosta de teatro e quiser conhecer, o blog do René é: http://gregorsamsara.blogspot.com/

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Top 5: pratos que quero comer assim que puder.

Tem um episódio de Friends onde o Ross faz uma lista com 5 celebridades que ele poderia dormir se encontrasse. Ele passa o episódio todo tentando chegar a esses 5 nomes, fazendo contas, probabilidades de encontrar determinadas celebridades na cidade, etc. Ao final, ele chega com uma lista plastificada mas o rosto dele diz claramente que mesmo assim não ficou confortável com a decisão.

É assim que encaro esse post, até mais importante. Desde o hos
pital venho pensando nisso, foi difícil mas cheguei em um Top 5.

1. Feijoada

Claro que meu prato predileto seria o primeiro da lista. O médico disse que quando eu entrar na dieta sei lá qual o nome, o terceiro step, poderei comer coisas moles. A feijoada está na lista.
Claro que o torresminho deverá ser desprezado por enquanto, mas tudo bem, a minha parte predileta da feijoada é o arroz e o feijão com o sabor de todas aquelas carnes suculentas, com um toque do molhinho apimentado e farofa, claro.

2. Cheeseburger
Esse foi um i
tem que pensei muito se deveria entrar na lista ou não. Ah! o que eu posso fazer? Adooooro. Pic Burger do Fifties, o de Picanha do Prime Burger, todos. O cheeseburger de picanha que o Domênico faz é o melhor que eu já comi. Ele pega a picanha maturada (a melhor da vitrine) e pede para açougueiro moer, teve casos que chamaram a gerência. Aí cuidadosamente, ele faz os bolinhos com a melhor carne argentina, um pouquinho de sal e pimenta, e pronto. É demais. Mas, voltando ao assunto, o cheeseburger no top 5 não foi escolhido somente por que me faz salivar só de pensar, mas por que estou morrendo de vontade de morder um sanduíche. Sabe quando você pega aquele x-tudo lindo que mal cabe na sua mão e dá uma mordida gigante? É isso que eu quero. Com muito muito queijo.

Essa foto (abaixo) foi a penúltima vez que fui no Prime Burger antes da cirurgia. Cheese-salada-picanha com bacon. Lindo, não? Adooooro o Prime
.
3. Spaghetti meat balls Esse estou com vontade desde novembro, em Nova York, quando entramos em uma pizzaria e o cara na mesa da frente estava comendo um prato lindo, farto. Quase nos fez abandonar a pizza. Quero um prato fundo, lindo, quentinho, com muito muito muito parmesão ralado. Desde aquele dia estou com muita vontade, então, já para a lista!

4. Lombo assado, arroz e batata bolinha

Da minha mãe, claro. Genial!
Sabor de Natal! Esse é um dos pratos que tem cheiro, gosto e apresentação de ceia de Natal. Adooooro comida natalina! O lombo fica com aquela casquinha linda por fora e suculento por dentro, Ai! Minha mãe faz um arroz com cenoura ralada e uvas passas para acompanhar. E a batata bolinha? Posso ficar horas descrevendo essa delícia. Merece um post. O próximo.

5. Paella
Estavam faltando os peixinhos na lista. Paella... hummm... De novo estou colocando o Domênico em apuros, mas o que eu posso fazer? É de longe a melhor que eu já comi.
Ele decora com camarões gigantes, que quando você morde te traz felicidade, tudo misturadinho com o delicioso arroz amarelinho com sabor de peixe com gostosura. Paella me fez repensar o meu desprezo por ervilhas.
(Na foto, babem. Paella do Domênico.)


Pronto, agora não tem mais como voltar atrás. Essa é minha lista.